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IPVA 2026 começa a ser cobrado em fevereiro; saiba como não cair em golpes ao pagar o imposto

28 de janeiro de 2026 às 15:20

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Com o início do calendário de vencimentos do IPVA 2026 marcado para o dia 9 de fevereiro, os motoristas mineiros devem redobrar a atenção para não se tornarem vítimas de fraudes financeiras.

Diante de um cenário preocupante, em que a Secretaria de Fazenda registrou 2.600 denúncias de estelionato apenas no último ano, o Governo de Minas Gerais lançou, nesta quarta-feira (28/01), uma ampla força-tarefa de segurança.

A iniciativa une os esforços da Ouvidoria-Geral do Estado, do Detran/MG, da Secretaria de Fazenda, da Polícia Civil e do Ministério Público para criar uma barreira contra o crime organizado que atua no ambiente digital.

O objetivo central dessa coalizão é orientar o cidadão sobre os canais oficiais de arrecadação e, simultaneamente, intensificar a repressão aos criminosos que utilizam sites falsos e mensagens enganosas para desviar os recursos que deveriam ser destinados aos cofres públicos.

Para garantir que o tributo seja pago de forma segura e efetiva, as autoridades recomendam que os proprietários de veículos evitem clicar em links recebidos por aplicativos de mensagens ou e-mails, priorizando sempre a emissão da guia diretamente nos portais governamentais certificados, assegurando assim que o investimento retorne em benefícios para a sociedade mineira.

Dicas de Segurança IPVA 2026

Utilize apenas os sites oficiais (.mg.gov.br) para emitir guias.

Desconfie de descontos excessivos ou mensagens por WhatsApp e e-mail.

Confira se o beneficiário do pagamento é a Secretaria de Estado de Fazenda de Minas Gerais.

Evite clicar em links patrocinados em motores de busca; digite o endereço manualmente.

Use o aplicativo oficial do Governo de Minas para consultas.

Para quem tem veículos (carros de passeio e caminhonetes) com 20 anos ou mais de fabricação, há isenção do pagamento do IPVA, graças à Emenda Constitucional nº 137/2025.

Isso representa um não arrecadamento de R$ 1,06 bilhão para a Receita. A medida vale de 2026 em diante; ou seja, débitos anteriores seguem em aberto.