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Médica acusada de mandar matar farmacêutica em Uberlândia vai a júri popular

6 de julho de 2026 às 14:40

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A 3ª Vara Criminal de Uberlândia decidiu levar a júri popular a médica Cláudia Soares Alves e seu vizinho, apontado como o autor do assassinato de uma farmacêutica ocorrido em 2020, na cidade do Triângulo Mineiro. Ambos respondem por homicídio.

De acordo com a Polícia Civil, o crime teria motivação passional. Após o fim do relacionamento com a farmacêutica, o ex-marido da vítima se casou com Cláudia Soares Alves, mas a união durou apenas dois meses. Em depoimento, ele afirmou que decidiu se separar ao notar comportamentos instáveis da médica, sinais de transtorno de personalidade e o desejo dela de assumir a maternidade da filha que ele teve com a farmacêutica.

Cláudia Soares Alves também ficou conhecida por outro caso de grande repercussão: o sequestro de uma recém-nascida no Hospital de Clínicas da Universidade Federal de Uberlândia. Embora esse episódio seja tratado em um processo separado, ele integra o contexto analisado pela Justiça na avaliação da conduta da acusada.