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Patrus Ananias (PT) minimiza empate com Kalil em pesquisa para governo de MG
25 de agosto de 2026 às 16:28
O candidato ao governo de Minas Gerais Patrus Ananias (PT) defendeu suas propostas voltadas à segurança alimentar no Estado e comentou o atual cenário da disputa pelo Palácio Tiradentes, durante almoço no Restaurante Popular do Barreiro, na região do Barreiro, em Belo Horizonte nesta terça-feira (25/8).
Patrus relembrou sua trajetória na formulação de políticas públicas de alimentação desde o período em que esteve à frente da capital mineira. O petista afirmou que a segurança alimentar e o direito humano à alimentação saudável sempre estiveram presentes em sua vida pessoal e pública. Ele afirmou que o combate à desnutrição e à miséria norteou sua atuação tanto na Prefeitura de Belo Horizonte quanto no comando do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, durante os governos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Além da expansão dos restaurantes populares e da melhoria contínua da merenda escolar, o candidato indicou a experiência acumulada na implementação do programa Bolsa Família como pilar para sua administração estadual. O plano de governo também prevê a redução de filas em postos de saúde, escolas de tempo integral e moradia digna.
Questionado sobre o levantamento do instituto Datafolha, divulgado na última sexta-feira (21), que indica empate técnico com o ex-prefeito Alexandre Kalil na segunda colocação — ambos com 12% das intenções de voto —, Patrus minimizou o peso das projeções imediatas. No mesmo cenário, o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) lidera a disputa com 32%.
O candidato petista frisou que sua prioridade segue concentrada no diálogo direto com a população mineira e que o foco não é ficar analisando pesquisa, ao reforçar o compromisso com a criação de empregos e renda no Estado.
Questionado sobre a diferença entre sua candidatura e a de Patrus, Kalil ressaltou o respeito pelo adversário político. Contudo, aproveitou para demarcar posição perante o eleitorado: “A minha diferença básica para ele é que eu sei que eu não votei na venda da Copasa”, declarou.
Com informações: O Tempo
